terça-feira, 29 de novembro de 2011














III Congresso Estadual do Psol














III Congresso Estadual do Psol






III Congresso Estadual do PSOL

Entre os dias 19 e 20 de novembro, os delegados tirados na plenária intermunicipal de setembro, estiveram participando ativamente do Congresso Estadual do Psol. Foi o maior processo congressual do Brasil.
Foi um processo que reuniu mais de 3 mil filiados de 130 municípios do estado. Foram eleitos 297 delegados, dos quais 291 retiraram o crachá. Com esses números, São Paulo será a maior delegação para o Congresso Nacional do PSOL, indicando 74 delegados.
Agora, nos dias 2, 3 e 4 de dezembro, os delegados de nossa região, Garça e Marilia, estarão novamente em ação, participando do III Congresso Nacional do Psol.
Após este processo, os militantes psolistas estarão articulando suas regiões para as eleições de 2012, com vistas a fazer o Psol acontecer e conquistas filiados, simpatizantes, apoiadores, entre as pessoas de bem e socialistas na feliz tarefa de lutar por uma vida melhor nas cidades por meio da luta política.
Venha acontecer e fazer história conosco!! Se tens talento e garra pra colocar em favor do próximo, o Psol é um espaço onde seu valor se revelará!

III Congresso Estadual do PSOL

Entre os dias 19 e 20 de novembro, os delegados tirados na plenária intermunicipal de setembro, estiveram participando ativamente do Congresso Estadual do Psol. Foi o maior processo congressual do Brasil.
Foi um processo que reuniu mais de 3 mil filiados de 130 municípios do estado. Foram eleitos 297 delegados, dos quais 291 retiraram o crachá. Com esses números, São Paulo será a maior delegação para o Congresso Nacional do PSOL, indicando 74 delegados.
Agora, nos dias 2, 3 e 4 de dezembro, os delegados de nossa região, Garça e Marilia, estarão novamente em ação, participando do III Congresso Nacional do Psol.
Após este processo, os militantes psolistas estarão articulando suas regiões para as eleições de 2012, com vistas a fazer o Psol acontecer e conquistas filiados, simpatizantes, apoiadores, entre as pessoas de bem e socialistas na feliz tarefa de lutar por uma vida melhor nas cidades por meio da luta política.
Venha acontecer e fazer história conosco!! Se tens talento e garra pra colocar em favor do próximo, o Psol é um espaço onde seu valor se revelará!

III Congresso Estadual do PSOL

III Congresso Estadual do Psol
Entre os dias 19 e 20 de novembro, os delegados tirados na plenária intermunicipal de setembro, estiveram participando ativamente do Congresso Estadual do Psol. Foi o maior processo congressual do Brasil.
Foi um processo que reuniu mais de 3 mil filiados de 130 municípios do estado. Foram eleitos 297 delegados, dos quais 291 retiraram o crachá. Com esses números, São Paulo será a maior delegação para o Congresso Nacional do PSOL, indicando 74 delegados.
Agora, nos dias 2, 3 e 4 de dezembro, os delegados de nossa região, Garça e Marilia, estarão novamente em ação, participando do III Congresso Nacional do Psol.
Após este processo, os militantes psolistas estarão articulando suas regiões para as eleições de 2012, com vistas a fazer o Psol acontecer e conquistas filiados, simpatizantes, apoiadores, entre as pessoas de bem e socialistas na feliz tarefa de lutar por uma vida melhor nas cidades por meio da luta política.
Venha acontecer e fazer história conosco!! Se tens talento e garra pra colocar em favor do próximo, o Psol é um espaço onde seu valor se revelará!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Congresso Estadual. Psol de Garça se fará presente!

Ficou marcado para o dia 19 e 20 de novembro (dia da consciência negra), o Congresso Estadual do Psol.
O núcleo do Partido em Garça se fará representar, com direito a representação oficial por meio das filiadas Onilia Batista e Cristina Francelin (titular e suplente, respectivamente), eleitas após o Encontro pré-congressual realizado no dia 2 de setembro, em Garça. Encontro este que contou com a participação de filiados de Marília, Campinas e Guarulhos, além dos militantes do partido no município garcense.
Será uma excelente oportunidade de formação e conhecimento político e partidário, pois ambas poderão participar ativamente das discussões e elaborações que se fizerem necessárias para melhor estruturar o Psol para o próximo período.
Desejamos que o Congresso prospere com espírito de fraternidade e compromisso firme com as bandeiras populares e classistas.
E que desse processo se consolide o Psol como o mais forte partido da esquerda brasileira. Fiel depositário das aspirações mais justas e legítimas da classe trabalhadora e do socialismo no Brasil.

sábado, 2 de abril de 2011

Deputado Federal Ivan Valente se compromete a participar de atividade do PSOL/Garça

No dia 1º de abril foi feito convite ao Deputado Federal por São Paulo, Ivan Valente, a estar presente em reunião do Psol de Garça.
O Deputado demonstrou-se muito feliz em saber que o Partido se organiza em Garça e, de pronto, aceitou o convite deixando a cargo do partido em Garça agendar a visita.
Posteriormente, o candidato ao governo de São Paulo pelo Psol em 2010, Paulo Búfalo, foi também convidado a visitar Garça e, também contente por saber da atuação de militantes partidários socialistas no município, deixou contato para vim compartilhar reflexões políticas acerca da realidade local e nacional.
Os convites foram feitos pelo coordenador Wilson Batista, que estava na Capital paulista em atividade sindical dos professores estaduais e participou de ato unificado dos servidores da educação, judiciário e saúde do Estado de São Paulo na praça da República.


sábado, 5 de março de 2011

Investimento em educação no município de Garça

De forma tranquila gostaria de debater o editorial do Comarca do dia 9/12/2010.

Penso que a norma constitucional de gastos para Estados e Municípios com a educação de 25% é conquista que não devemos retroceder pois ainda vivemos uma realidade educacional indigna de um país com uma das maiores economias do planeta.

Pra se ter uma idéia, a média de escolaridade do brasileiro gira em torno de 5 a 6 anos, per capita. E este indíce só teve evolução a partir do preceito constitucional estabelecido em 1988, antes disso, a média era muito menor.

No caso, específico, de Garça realmente parece contraditório que o Executivo não consiga aplicar a lei, e ainda insista para crédito adicional.Mas de forma cordial, aponto que um dos motivos que faz com que o nosso município não consiga atingir o patamar legal é porque, creio eu, há uma política educacional que não consegue avançar em muitos aspectos do setor.

Por exemplo:
o salário de docentes e demais profissionais da educação ainda não atinge o ideal ( nem vou discutir a importância da valorização material que esses profissionais fazem juz);

as escolar municipais, com raras exceções, não desenvolvem pesquisa educacional. Algo que é fundamental para a elevação do padrão de conhecimento científico e intervenção política qualificada ( não conheço nenhuma pesquisa financiada no munícipio em educação);

um outro aspecto contraditório, todos os anos as escolas e pré-escolas municipais elaboram e enviam para as familias uma lista de material escolar que é bastante extensa e , provavelmente, cara a algumas familias com rendas mais baixas;

também são realizadas atividades abertas à comunidade como festas, por exemplo, que tem como um dos intuitos angariar fundos para a escola adquirir materiais;

as famílias devem pagar pelo uniforme escolar, uma vez que são confeccionados por empresas particulares;

bem, esses são alguns dos argumentos que apresento para apontar que uma política educacional que preze pelo bom gasto do dinheiro público deve corrigir elementos que de alguma forma implique em deficiências dos recursos humanos, materiais e pedagógicos.

Sendo assim, Garça necessita investir corajosamente os 25% que a Constituição determina.

Deve se pautar em padrões elevados na educação de crianças, jovens e adultos e não se basear, como mencionado na palestra do prof. Cesar Nunes em 15/10 no GTC, em aspectos "menos nobres", ou seja deve trazer como mensagem pra sociedade a crença na construção de uma transformação social com a grande contribuição que a educação pode oferecer, e nisto, as autoridades tem importante papel a cumprir.

Avaliação da educação pública municipal em 2010

Avaliação da Educação Municipal pela Secretaria de Educação

A avaliação do trabalho desenvolvido no âmbito da Secretaria Municipal de Educação como atividade de encerramento do ano letivo de 2010, realizada pelos responsáveis pelo ensino da rede municipal apresentou uma volumosa realização.
As ações executadas em diversos níveis e modalidades de ensino, da educação infantil, passando pelo ciclo I do ensino fundamental e pela educação de jovens e adultos foram apresentadas de forma dinâmica pela Equipe da SME nas áreas de transporte escolar, clinica de apoio psicopedagógico, educação ambiental, bibliotecas, entre outras ações.
Contudo, duas considerações devem ser observadas na avaliação feita pelas autoridades educacionais do Município. Primeiro, o reconhecimento, das autoridades de que as conquistas educacionais em Garça ainda não atingiram sua plenitude em certos aspectos. Esta postura é digna de elogios,pela humildade, pois desta forma a secretaria expressa uma perspectiva de realizações que devem orientar o árduo trabalho educacional em 2011, assim como, as conquistas que devemos perseguir inteligentemente como sociedade. Segundo, a avaliação feita das ações da Secretaria deixou a desejar no aprofundamento qualitativo das reflexões acerca dos desafios da política educacional garcense e a promoção de um diálogo franco e amplamente democrático de suas demandas.
Por fim, penso que a cumplicidade que deve envolver todos os participantes da educação no municipio (profissionais da educação e sociedade) é força imprescindível para tornar realidade o sonho de uma educação pública do mais alto nível em Garça, pressionando inclusive as instâncias de outras esferas em uma elevação de seu padrão, acrescida do compromisso ético com que cada um deve exercer sua função, não importando o quão simples ela possa parecer.

Condições de aprendizagem na educação infantil em Garça

Condições de aprendizagem das crianças nas Escolas em Garça

Novamente, como cidadão, me sinto provocado a tecer algumas considerações acerca da realidade educacional da cidade de Garça. Nesta oportunidade abordo aspectos de uma modalidade de ensino extremamente delicada que é a educação infantil.
Um quadro que merece a nossa toda nossa atenção dirige-se ao modelo de iniciação educacional oferecido às crianças de 3 a 5 anos de idade, ou seja, do maternal à pré-escola.
As condições em que nossos “pequenos” são inseridos no universo da socialização, do ensino e da aprendizagem, no âmbito das instituições públicas de educação, é matéria relevante para o projeto de cidade (e por que não dizer de país!) que planejamos como sociedade.
Aspectos fundamentais de indicadores de qualidade devem ser ressaltados nesse contexto, como a formação e perfil dos profissionais com os quais nossos “pequenos” estão envolvidos. Outro elemento essencial são as condições das estruturas cujas crianças são acolhidas.
No entanto, gostaria de ressaltar um fator de preocupação que me motivou esta manifestação de opinião, diz respeito ao número de crianças sob os cuidados por educador.
Sabe-se que nesta modalidade de ensino as características dos educandos (as) exigem uma intensa observação e carinho por parte do profissional responsável por determinada turma, em que seu desempenho é avaliado e auto avaliado de forma muito particular, o que obriga um número de educandos reduzido por profissional.
Por fim, solicitaria às autoridades públicas do município, que destinassem tempo de seu trabalho público para avaliar e mensurar se as condições dos nossos “pequenos futuros grandes cidadãos e cidadãs” no âmbito da educação infantil da rede municipal se encontram em consonância com os padrões de excelência almejada pelos munícipes e ainda, se estão de acordo com os pressupostos educacionais atuais no campo do conhecimento pedagógico e também, verificassem de forma especial, se o número de crianças por turma corresponde à possibilidade de efetivo desenvolvimento holístico, uma vez que penso ser este o modelo de educação objetivada pelas autoridades responsáveis.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Que outros ventos sopram na África? O sopro de vida do povo de África!

Ao vermos as pautas dos telejornais brasileiros contemplando questões conjunturais no continente africano, podemos perceber o quanto esta mídia que não passa de um apêndice da mídia internacional, apenas reproduz as informações que os veículos de comunicação estrangeiros do norte pautam em suas edições.

Os eventos políticos recentes na Tunísia e no Egito são apresentados como uma “revolta cidadã” já que os manifestantes destes países reivindicam uma democratização política no contexto de seus países.

O que a mídia internacional, e sua retransmissora periférica no caso a brasileira, fazem é apenas reproduzir exaustivamente as imagens do grande contingente de manifestantes aglomerados no centro das capitais destes países, na maioria das vezes confrontando-se com compatriotas de posições divergentes.

Então o que pensar? A mídia internacional “descobriu a roda”? Jamais soube da realidade opressora e violenta cujos governantes tem imposta a seus povos há décadas?
Nunca foram chamados de “líderes árabes” por esta mesma mídia quando de suas excursões mundo afora?

A maior indignação que esta mídia expressou foi justamente quando seus operadores, trabalhadores da comunicação, foram vítimas da mesma violência que ajudou a criar quando se calou por décadas a respeito da violação dos direitos humanos, sociais, econômicos e políticos que estes governantes desencadearam.

Nenhum veículo fez questão de frizar que os chamados líderes destes países são aqueles que melhor cumpre a política orientada pelos países hegemônicos do Norte e suas organizações multilaterais. São os que maior acesso tem aos salões nobres do poder mundial.

A conjuntura no continente africano não deve ser ignorada pelas organizações de esquerda numa leitura do mundo atualmente, uma vez que tal negligência contribuiu enormemente pela perpetuação de que não é possível reescrever a história dos oprimidos no mundo.

E que a resistência ao autoritarismo e a opressão social e econômica deve ser, de fato, internacional e mundializada..

Duas grandes lições revolucionárias nesse contexto: primeiro, o papel da juventude em qualquer processo de renovação política e cultural esta além de modelos definidos a priori, segundo, hoje, como nunca, os instrumentos comunicação devem ser acionados num contexto transformação social, uma vez que transformação se faz com gente informada e não à distância.

Entoamos novamente a consigna da Via Campesina durante o Fórum Social Mundial em 2005: “Globalizemos a Luta!” e “ Globalizemos a Esperança!”